Domingo, 01 de Junho De 2008

Fim de semana no "Paraíso"

 
 Este fim  de semana fui ao Alentejo e como sempre  aquela calma
 
 inspirou-me, e nasceu este soneto.
 
 
 
 
 
 
 
 
              Giestas
 
 
 
A bela planície, Alentejana
Salpicada de giestas, amarelas
A Natureza, põe em cada uma delas
A imagem da beleza, Lusitana
 
Estendo o olhar, pelo arvoredo
Composto de azinheiras, e chaparros
Perco alguns minutos, e são raros
E guardo para mim, este segredo
 
 
Ninguém sabe o prazer, que tu me dás
Quando tenho tempo, para te olhar
E puder respirar, tua pureza
 
 
 
Só tu Alentejo, é que és capaz
De me dar esta força, para te Amar
E em ti encontrar, tanta beleza
 
 
 
 
 
                             M-I-P 
 
 








sinto-me: Com sono
publicado por linhaseletras às 23:21
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Domingo, 06 de Abril De 2008

Principio de férias

           Olá! espero que todos estejam bem dispostos, e que o fim de semana esteja  acorrer bem.
                      
Não sou nada e sou tudo
                     
Eu sou um grão de areia, no deserto
Nesta areal enorme, que é a vida
Como o vento, tento encontrar uma saída
Mas não há nenhum Oásis,ali perto
                                      
Meu peito é um campo, sem barreira
Cheio de Amor, para dar a quem quiser                                                         
Todo aquele, que me quiser entender
Terá de mim , amizade verdadeira
                   
Como o Sol, que aquece aquela areia
Que no deserto, se estende sem limite
Assim é o Amor, que guardo em mim
                        
Tal qual esta Paixão, que me incendeia
Assim, tambem eu quero que fique
Guardada no meu peito até ao fim
                        
   M-I-P
sinto-me: Tranquila
publicado por linhaseletras às 16:39
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Sábado, 29 de Março De 2008

Sabado

  

Vida ingrata

                 

Se eu fosse pássaro voava

Para bem longe me ausentava

Para fugir desta agonia

Procurava na distância

Controlar a minha ânsia

E viver em harmonia

                                                                                 

Fecho os olhos para sonhar

Para poder imaginar

O que não consigo ver

Há tanta coisa absurda

Que ás vezes finjo-me surda

Para não ter que perceber

                            

Eu sei que a vida é ingrata

E muitas vezes maltrata

Só porque se quer viver

Também há quem não resista

E muitas vezes desista

Para não ter que sofrer

                                  

           M-I-P                                                            Agora vou     E beber   Até logo     

           

sinto-me:
publicado por linhaseletras às 19:00
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Domingo, 23 de Março De 2008

Novo projecto

  Para testar o que aprendi hoje vou publicar este meu trabalho.
O naperon de cima foi feito para aproveitar dois bocados que me sobraram, e que não dava para fazer nada , então fiz assim e aproveitei os dois bocados, e ficou engraçado ,pelo menos eu gostei do resultado.
Agora de vez em quando vou mostrando algumas coisas que tenho feitas, esperem pela próxima
   M-I-P                           
                                                          
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 23:26
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Domingo, 10 de Fevereiro De 2008

Manto florido

  Ol á c á estou eu de novo para  falar um pouco convosco, hoje vou falar-vos do meu Alentejo.
Fui passar o fim de semana ao Alentejo e quando ia na viagem vi um espect á culo maravilhoso que eu j á conheço muito bem, mas que hoje vou partilhar com vocês.
J á perto da minha terra os campos estão cobertos de flores brancas ou de outras cores também, formando um tapete lindo, que apetece ficar a olhar tempo sem fim, para podermos trazer a alma cheia de beleza e calma para combatermos a nossa rotina cinzenta , e apressada sem tempo para nada, uma correria desenfreada para chegarmos a lado nenhum.
E tanta beleza inspirou-me e escrevi estes versos que vou dedicar a todos os Alentejanos que visitarem este blog e também para todos que não sendo do Alentejo possam passar por aqui também, aqui  vão com os meus agradecimentos desde j á.
     
 
Tapete de flores
             
Um tapete de beleza
Se estende branco no chão
É um hino á Natureza
Que eu olho com emoção
                 
Um tapete de flores brancas
Estende-se ao longo da estrada
Duma beleza que encanta
Minha alma apaixonada
                  
Debaixo do arvoredo
Malmequeres são aos milhares                                                   
Vão desvendando segredos
De quem os for desfolhar
                   
Azinheiras e sobreiros
Pendem seus ramos pró chão
Para olharem sorrateiros
P'ra tão bela aparição
Por hoje chegapara  os meus visitantes.
                                                                                                        M-I-P
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 21:53
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