Sexta-feira, 25 de Abril De 2008

Aparências

  Olá! então como tem sido o feriado, espero que tenha sido como o meu. Calmo!
 
                 
Triste mas feliz
                      
Eu guardo numa caixa, bem pequena
Os meus sonhos, e as minhas  fantasias
Alguns têm laivos de alegria
Por isso minha vida é tão amena
                           
Nunca tive sonhos, de grandeza
Com pouco me contento, e sou feliz
Nunca faço caso, se alguém diz
Para afastar de mim esta tristeza
                             
Ser triste, não é nenhum defeito
Eu vivo bem assim, estou tranquila
Talvez seja um dom ,dado por Deus
                        
Eu tenho alegria, no meu peito
Só eu sei, como é bom puder senti-la
E saibam! Sou feliz junto dos meus
 
                                                                             
      M-I-P                                                 
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 22:11
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Quinta-feira, 24 de Abril De 2008

Dia da Liberdade

   Està a fazer 34 anos que a Liberdade chegou, eu vou publicar aqui o que escrevi nessa altura e o que acabo de escrever  agora ,e não vou escrever mais sobre isso porque o serão, não chegava para dizer tanta coisa, então vamos ao poemas.
 
                     
25 de Abril /74
                  
 
Ó vinte e cinco de Abril
Ó dia da Liberdade
Foi o dia mais feliz
Da história da Humanidade
                 
Que Deus conserve esta Paz
Que existe nos corações
Porque só Ele é capaz
De controlar emoções
                   
Foi o dia mais ditoso
Que Portugal viveu
Saindo vitorioso
Do destino que escolheu
                 
Não hà palavras sequer
Para definir esse dia
Foi bom pode-lo viver
E sentir essa alegria
 
                 
 
  
Agora vou publicar o que fiz hoje, eu acho que não tem nada a ver um com o outro.
 
                                                        
25 de Abril /2008
                            
Passados, estes trinta e quatro anos
Diz-me! Onde mora a Liberdade
Serà Que é na rua da saudade
Ou serà Na praça dos desenganos
                     
´Tantos sonhos, que já foram enterrados
Coisas simples, a que nós temos direito
Que por terem  pecado, por defeito
Se perderam, e não foram encontradas
                        
E todos os que são, da minha idade
E vivemos aquela, Revolução
Não nos esquecemos, nunca mais
                      
Damos muito mais valor, à Liberdade
Recordamos esses dias, de emoção
Sabendo que não voltam nunca mais 
 
                                                                                 M-I-P
sinto-me: Livre
publicado por linhaseletras às 23:48
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Sexta-feira, 11 de Abril De 2008

Terra amiga

    Vamos a mais um soneto escrito no Alentejo
                             
Minha terra
           
 
Minha terra minha amiga
Para mim és um tesouro
Este teu sossego é ouro
Que enriquece a minha vida
                    
Nos meus momentos mais negros
Soubeste-me acarinhar
Deste-me força para lutar
Contra a tristeza e o medo
                 
Tive medo de perder
Para sempre o meu sorriso
E só sentir sofrimento
                
Mas aqui, voltei a ter
A Paz que eu tanto preciso
E venci o desalento
                  
 
                                                        M-I-P
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
sinto-me: Muito calma
publicado por linhaseletras às 23:33
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Quarta-feira, 09 de Abril De 2008

Dia de aniversário, estou mais velhota!

Vou tentar escrever alguma coisa, já que não posso sair de casa porque está a chover torrencialmente. Ontem quando vinha para cá, enquanto o carro rolava pela estrada meus olhos deliciavam-se a olhar os campos cobertos de flores campestres, e na minha cabeça iam surgindo ideias e palavras que quando cá cheguei passei para o papel, e deu isto que vou passar para vós.
 
 
Flores selvagens
            
Ao longo da longa estrada
Espreitam as Estevas selvagens
Lindas como uma miragem
Com brancas flores pintadas
                   
Até o mato bravio
Também tem sua beleza
Só porque a Mãe Natureza
Com um manto branco o cobriu
                   
Tapetes de várias cores
Se estendem sobre a paisagem
Como se fossem umas telas
                 
São tantas! tantas! flores
Formando uma bela imagem
Brancas,roxas,amarelas
                                                
  M-I-P
 
 
  Como estou sozinha canto os parabéns a mim própria , não acham que faço bem, isto é a prova que há uma criança dentro de nós, só que há muita gente que tem vergonha de a mostrar
 
 
 
                                                                         
     Até logo
sinto-me: Muito bem disposta
publicado por linhaseletras às 14:40
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Domingo, 10 de Fevereiro De 2008

Manto florido

  Ol á c á estou eu de novo para  falar um pouco convosco, hoje vou falar-vos do meu Alentejo.
Fui passar o fim de semana ao Alentejo e quando ia na viagem vi um espect á culo maravilhoso que eu j á conheço muito bem, mas que hoje vou partilhar com vocês.
J á perto da minha terra os campos estão cobertos de flores brancas ou de outras cores também, formando um tapete lindo, que apetece ficar a olhar tempo sem fim, para podermos trazer a alma cheia de beleza e calma para combatermos a nossa rotina cinzenta , e apressada sem tempo para nada, uma correria desenfreada para chegarmos a lado nenhum.
E tanta beleza inspirou-me e escrevi estes versos que vou dedicar a todos os Alentejanos que visitarem este blog e também para todos que não sendo do Alentejo possam passar por aqui também, aqui  vão com os meus agradecimentos desde j á.
     
 
Tapete de flores
             
Um tapete de beleza
Se estende branco no chão
É um hino á Natureza
Que eu olho com emoção
                 
Um tapete de flores brancas
Estende-se ao longo da estrada
Duma beleza que encanta
Minha alma apaixonada
                  
Debaixo do arvoredo
Malmequeres são aos milhares                                                   
Vão desvendando segredos
De quem os for desfolhar
                   
Azinheiras e sobreiros
Pendem seus ramos pró chão
Para olharem sorrateiros
P'ra tão bela aparição
Por hoje chegapara  os meus visitantes.
                                                                                                        M-I-P
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 21:53
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Sexta-feira, 11 de Janeiro De 2008

PAIXÃO

A Paixão é como o vento, o fogo ou a água. Cada pessoa sentirá de maneira diferente.O vento que nos bate ao de leve no rosto, está como que a pedir-nos um beijo.  »Paixão é fogo que arde sem se ver» já dizia o poeta.
Também quando estamos apaixonados sabe muito bem ir para a beira dum rio ,olhar para as suas águas calmas e  tranquilas, podermos sonhar com aquela calma para a nossa vida, junto da pessoa amada.  Mas se a Paixão não fôr conrespondida vamos para a beira -mar e se possível para onde as ondas sejam mais fortes para pudermos afogar as mágoas e quem sabe também essa Paixão que não veio ter connosco.
A Paixão tal como a Poesia tem a forma e o simbolismo que nós lhe quizermos dar, cada um sente-as como quizer.Eu sinto assim.
Por isso fiz,uns versos, que talvez digam qualquer coisa,eu pelo menos quando os escrevi foi isso que pensei, vamos ver se pensam o mesmo que eu.
 
 
Hino ao vento
                    
O vento passa ligeiro
Fazendo as folhas dançar
Murmurando sorrateiro
Queres comigo namorar?
                     
Brisa leve é como um beijo
Numa boca apaixonada
Vento forte é o desejo
Duma Paixão retardada
                   
O vento carrega a história
De tudo o que já passou
E tu guardas na memória
Tudo o que ele te contou
                    
Escuta o vento! Que ele tem
Histórias lindas de encantar
Porque nem tu nem ninguém
Consegue o vento calar
 
M-I-PATA           
 
 
publicado por linhaseletras às 22:51
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