Domingo, 10 de Outubro De 2010

Alentejo branco e dourado

 

 

 

Alentejo branco e dourado

 

 

As paredes brancas que hoje vejo,

A brilharem ao Sol morno  do Outono,

Fazem-me esquecer quanto abandono,

E quanto sofres "Tu" meu Alentejo.

 

Sofres ao sentires que a tua gente,

Tem de abandonar esse teu chão,

Despedaçando assim teu coração,

Que chora cada "filho" estando ausente.

 

Teus campos dourados, ressequidos,

Fazem-me sentir tal nostalgia,

Que lágrimas se soltam dos meus olhos.

 

Despertam assim os meus sentidos,

Misturam tristeza e alegria,

Se vejo as perdizes nos restolhos.

 

 

 Counting Sheep Até amanhã    M-I-P

 

 







sinto-me: Com sono
publicado por linhaseletras às 23:56
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Domingo, 01 de Junho De 2008

Fim de semana no "Paraíso"

 
 Este fim  de semana fui ao Alentejo e como sempre  aquela calma
 
 inspirou-me, e nasceu este soneto.
 
 
 
 
 
 
 
 
              Giestas
 
 
 
A bela planície, Alentejana
Salpicada de giestas, amarelas
A Natureza, põe em cada uma delas
A imagem da beleza, Lusitana
 
Estendo o olhar, pelo arvoredo
Composto de azinheiras, e chaparros
Perco alguns minutos, e são raros
E guardo para mim, este segredo
 
 
Ninguém sabe o prazer, que tu me dás
Quando tenho tempo, para te olhar
E puder respirar, tua pureza
 
 
 
Só tu Alentejo, é que és capaz
De me dar esta força, para te Amar
E em ti encontrar, tanta beleza
 
 
 
 
 
                             M-I-P 
 
 








sinto-me: Com sono
publicado por linhaseletras às 23:21
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Segunda-feira, 12 de Maio De 2008

Campos lilases

    
                    
 
 
                      Campos lilases
 
No silêncio da viagem, de regresso
Meu olhar, se perde na paisagem
Como que saboreando, a aragem
Daquele vento, que traz o que mereço
 
Tapetes de flores, de cor lilás
Se estendem, ao longo do caminho
Quase me abraçando, com carinho
E passando, para mim aquela Paz
 
O campo me traz, tranquilidade                                                             
Fico feliz, por ver tanta beleza
E sinto, vários tipos de emoção
 
O encanto misturado, com saudade
A alegria , com um misto de tristeza
E do que vejo, fica a recordação
 
 
 M-I-P
 
                                                                   
sinto-me: Em Paz
publicado por linhaseletras às 23:18
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Terça-feira, 15 de Abril De 2008

Penúltimo dia no Alentejo

               Hoje é o meu penúltimo dia no Alentejo, e tive uma visita de um passarinho, que me deu inspiração e que resultou nestes versos que vou publicar para vocês, então aqui vai.
                    
Pintassilgo cantor
                    
Um pintassilgo pousou
Na barra do meu jardim
Olhou! e disse-me assim!
Sabes porque eu aqui estou?
                                                                                                           
Eu soube que estavas triste,
Vim  aqui para te alegrar
Eu sei muito bem cantar!
E sei que a alegria existe,                                     Esta flor é do meu jardim
                                                                            Foi o meu genro que tirou     
                                                                    A foto        
O pintassilgo cantou                                                  Bonita, não é?
Eu ouvi com emoção
E foi-se embora a seguir
                 
A alegria voltou
Ao meu pobre coração                                                                          
Voltei de novo a sorrir
                 
   
M-I-P                      
sinto-me: CALMA
publicado por linhaseletras às 12:14
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Domingo, 13 de Abril De 2008

Domingo »assim assim»

               Triste sina

                      

Será que ser triste, é minha sina?

Não consigo prender, a alegria!

Foge-me entre os dedos, escorregadia

E foi sempre assim, desde menina

                                                    

Para mim a alegria, não existe

Eu disfarço, escrevendo Poesia

Engano esta tristeza, com magia

E até esqueço, ás vezes que sou triste

                                           

Mas ao escrever, eu deito cá para fora

Esta agonia, que me mata lentamente

E que maltrata, este pobre coração

                                         

E tudo o que estou sentindo, agora

Ficará no papel, para sempre

Para quem ler, sentir, como eu esta emoção

  M-I -P                     

sinto-me: Assim, assim
publicado por linhaseletras às 17:05
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Sexta-feira, 11 de Abril De 2008

Terra amiga

    Vamos a mais um soneto escrito no Alentejo
                             
Minha terra
           
 
Minha terra minha amiga
Para mim és um tesouro
Este teu sossego é ouro
Que enriquece a minha vida
                    
Nos meus momentos mais negros
Soubeste-me acarinhar
Deste-me força para lutar
Contra a tristeza e o medo
                 
Tive medo de perder
Para sempre o meu sorriso
E só sentir sofrimento
                
Mas aqui, voltei a ter
A Paz que eu tanto preciso
E venci o desalento
                  
 
                                                        M-I-P
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
sinto-me: Muito calma
publicado por linhaseletras às 23:33
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Quinta-feira, 10 de Abril De 2008

QUINTA FEIRA CHUVOSA

Vou ver se consigo fazer alguma coisa, porque a »NET«, aqui é muito fraca, vou publicar um soneto que escrevi ontem á noite.
Calma e Poesia
                
Já que eu nasci Poeta
E Poeta irei morrer
Tudo aquilo que eu escrever
Será uma porta aberta
                 
É uma  porta para o mundo
Que se abre á fantasia
Porque escrever Poesia
É um desejo profundo
                    
Onde só há escuridão
Poesia é uma luz
Que nos ilumina a alma
                   
Tudo se faz com Paixão
E tudo o que se produz
Nos torna a vida mais calma
  M-I-P                              
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 20:04
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Quarta-feira, 09 de Abril De 2008

Dia de aniversário, estou mais velhota!

Vou tentar escrever alguma coisa, já que não posso sair de casa porque está a chover torrencialmente. Ontem quando vinha para cá, enquanto o carro rolava pela estrada meus olhos deliciavam-se a olhar os campos cobertos de flores campestres, e na minha cabeça iam surgindo ideias e palavras que quando cá cheguei passei para o papel, e deu isto que vou passar para vós.
 
 
Flores selvagens
            
Ao longo da longa estrada
Espreitam as Estevas selvagens
Lindas como uma miragem
Com brancas flores pintadas
                   
Até o mato bravio
Também tem sua beleza
Só porque a Mãe Natureza
Com um manto branco o cobriu
                   
Tapetes de várias cores
Se estendem sobre a paisagem
Como se fossem umas telas
                 
São tantas! tantas! flores
Formando uma bela imagem
Brancas,roxas,amarelas
                                                
  M-I-P
 
 
  Como estou sozinha canto os parabéns a mim própria , não acham que faço bem, isto é a prova que há uma criança dentro de nós, só que há muita gente que tem vergonha de a mostrar
 
 
 
                                                                         
     Até logo
sinto-me: Muito bem disposta
publicado por linhaseletras às 14:40
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Segunda-feira, 10 de Março De 2008

Alentejo

Olá ! Cá estou eu mais uma vez para passar convosco mais um serão, e hoje tenho um bom motivo para aqui estar.  
Uma amiga deu-me um presente  de muito valor para mim, descobriu um blog maravilhoso que me  ofereceu, e que me vai alimentar a alma durante um bom tempo.
Vou ler e reler aqueles poemas todos para aprender com aquelas pessoas como se escreve poesia, mas aquilo que já li é muito diferente do que eu escrevo, aquilo é mesmo poesia, e o que eu escrevo são páginas da minha vida e pouco mais, mas que me dão imenso prazer escrever, mas com o tempo irei fazer coisas diferentes tenho a certeza disso.
O que mais me fascinou neste blog foi achar pessoas do Alentejo que falam com tanto Amor do Alentejo como eu e que adoram aquela calma e tranquilidade maravilhosa que só lá se encontra e que muita gente da cidade já descobriu e que vai para lá desfrutar e que é sempre muito bem recebida por aquela gente hospitaleira e pacata.
Agora vou oferecer-vos um poema que fiz mesmo agora espero que gostem.  
 
 
Triste Alentejo 
                     
Alentejo a tua mágoa
É quando te falta a água
Quando não tens que beber
Assim é minha tristeza
Vivendo nesta incerteza
Se um dia tu vais morrer
 
  
No teu campo seco e duro
Não se prevê um futuro
Tão lindo como o passado
O presente é tão incerto
E não há nada por perto
Que remedei o teu estado
 
                                                                                         
Searas! O nosso Pão
Quem me explica a razão
Porque não as semearam
Tu sempre foste afinal
O celeiro de Portugal
E agora tudo estragaram
 
  
 
 
Até amanhã se Deus quiser                     M-I-P                                      
sinto-me:
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publicado por linhaseletras às 23:00
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Domingo, 09 de Março De 2008

Fim de semana feliz

Olá! Cá estou eu, depois de passar um bom fim de semana no meu Alentejo, onde eu adoro estar, só lá me sinto verdadeiramente livre, e venho mais leve e pronta para enfrentar mais um mês de trabalho, antes de lá voltar de novo.
Sabe tão bem olhar para o jardim e ver  flores  lindas e  vivas, até parece que estão a rir-se para nós, e a dizerem-nos»Não me leves daqui olha só para mim».
Mas eu como todo o ser humano sou egoísta e trago algumas comigo para casa para olhar para elas e sentir que tenho um bocadinho do meu jardim aqui na minha casa.
Hoje não escrevi nada, não tive tempo para a inspiração, o tempo foi pouco para visitar as pessoas de quem gosto e isso dá-me um imenso prazer e tento aproveitar o máximo no pouco tempo que lá estou. Tenho lá pessoas muito queridas, que embora com problemas de saúde são muito corajosas e lutadoras, assim como eu, isto já deve ser de família, nós lutamos por aquilo que queremos não baixamos os braços, e Deus por ver a nossa fé e a nossa força há-de ajudar-nos  a todos, eu todos os dias Lhe peço essa graça, só espero que Ele me oiça.
Hoje  vou deixar  um poema,  que já foi escrito há mais tempo, mas aqui vai na mesma. Não podia deixar-vos sem o poema do dia
 
                     
Luta pela felicidade
              
 
Amar-te muito é loucura
Não te amar é sofrimento
Como o Amor pouco dura
Vou aproveitar o tempo
               
                                                                                                               
A v ida é um furacão
O tempo passa depressa
Põe no que fazes Paixão
Para que nunca te aborreças
                                                                                                                                 
Já te Amei com desespero
Já fiz loucuras por Ti
Agora o que eu mais quero
É que Tu fiques aqui
                   
Já lutámos lado a lado
Mas continuamos cá
O passado é já passado
O futuro só Deus dirá
                 
                    Até amanhã se Deus quiser              M-I-P
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 22:26
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