Casa Portuguesa 2008



Este soneto nasceu para comentar um soneto da "Poetaporkdeusker"
 
 
Casa Portuguesa 2008
 
A casa Portuguesa, no presente
Não é o que foi em outras eras
Se alguém bate á porta, fica á espera
Não se abre a porta, a toda a gente


Talvez já não cheire, a alecrim
E não haja mel, para adoçar
A boca de quem possa lá morar
É triste mas eu penso que é assim

Na mesa sobre a toalha de linho
Há contas para pagar, em vez de Pão
E não há tantos risos, como outrora

Talvez ainda haja Pão e vinho
Nem que seja para manter a tradição
E á janela já ninguém espera agora
 
                         M-I-P                    
publicado por linhaseletras às 00:01
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