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Arvores  caídas

 

 

Nos dentes aguçados, dessa serra

Toda a minha seiva, foi vertida

Acabaste de por fim á minha vida

Deixei de estar viva, sobre a terra

 

O som estridente dos motores

Que alerta quem naquela rua passa

E por muito que se diga e se faça

Ninguém quer ouvir os clamores

 

Sabes! As arvores também choram

Quando há pessoas insensíveis

Que destroem sem dó nem piedade

 

Também há muitos que as adoram

E tentam fazer os impossíveis

Para que não se afastem das cidades

        M-I-P                                        








 

publicado por linhaseletras às 23:59
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