Saudade sem nome

 
 
A noite passada tive um sonho, e desse sonho saiu este soneto.
Desculpem ser triste mas foi o que eu estava sentindo no momento, e não é ficção, é muito real.
 
 
                                             
 
 Saudade sem nome
                          
Debaixo do cipreste, a descansar
Embalada pelo som da "Natureza"
Pássaros chilreando, dão beleza
Como que a pedir, para não chorar
                               
Passa o tempo, mas a dor não passará
Embora misturada, com saudade
Meus olhos estão molhados, de verdade
Quando olho o vazio, onde não estás
                       
Eu ás vezes, nem quero acreditar
Que  o destino é tão  injusto, e  cruel
E maltrata, sem dó nem piedade
                            
Há momentos difíceis, de suportar
E a vida é amarga, como o fel
E no fim o que resta, é a saudade
 
 
 
 M-I-P                
sinto-me: Melancólica
publicado por linhaseletras às 21:45
link do post | comentar | favorito