Arvores

  Arvore
                      
Cortaram-me os ramos, fiquei nua
Á mercê dos ventos, e tempestades
Perdi, todas as minhas vaidades
E deixei de fazer sombra, aquela rua
                           
Ao fim de tanto tempo, desnudada
Os meus ramos, voltaram a crescer
Voltei a ter, vontade de viver
De novo estou  a ser admirada
                       
Depois da tempestade, a bonança
A beleza voltou a aparecer
E não haverá nada mais bonito
                          
Tenho folhas verdes, como a Esperança
Que despontam, de dentro do meu Ser
Em busca do Sol, e do Infinito
                                      M-I-P
 
 
 
publicado por linhaseletras às 00:07
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