Terça-feira, 21 de Outubro De 2008

Arquivo

 
 
Hoje vou publicar umas quadras que fiz há muitos anos, e não tem nada a ver  com a vida que tenho agora, mas como hoje não escrevi nada, fui ao meu arquivo buscar estes, mas quando foram escritos era assim mesmo, infelizmente.
 
 
 
 
Desprezo
 
 
Tu já não gostas de mim
Mas eu não sei a razão
Não posso viver assim
Sem carinho e afeição
 
Tenho-te amado bastante
Nem podes imaginar
Tu já não és como dantes
 Já me estás a desprezar
 
Tu não encontras ninguém
Que te faça o que eu te fiz
Que te queira tanto bem
E seja tão infeliz
                            
Junto ao altar do Senhor
Olhei-o crucificado
 A ti dei-te o meu Amor
 Que tu tens posto de lado
 
                                                 
 
 M-I-P
 








publicado por linhaseletras às 20:25
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...

 
 
 
 
 
MÃE, APESAR DE TUDO!
 
Nascem-me sonetos da ponta dos dedos
Como sendo feitos de humanas carícias...
Crescem-me sonetos, nascem-me primícias;
Vão-se embora as dores, vão-se embora os medos.
 
Por quantos sonetos me nascem das mãos
Ou por quantos versos surgem deste enleio
Dos dedos criando, sem qualquer receio,
palavras que encarnam, entre os seus irmãos
 
Eu me alegro mais, me sinto mais viva,
Não páro um segundo! E esta comitiva
De ideias e sonhos procurando rumos,
 
Fazem de mim mãe na estranha acepção
Que outos não entendem, que nunca lhe dão
Porque a gastam toda nos velhos consumos...
 
 
À Linhaseletras
 
 
Este soneto foi escrito por: Maria João Brito de Sousa (Poetaporkedeusker) e foi-me oferecido, e vou guardá-lo com muito carinho, e com muito orgulho por ter alguém que escreve a pensra em mim sem sequer me conhecer.
Muito obrigado pela sua gentileza
 
         M-I-P                       
publicado por linhaseletras às 00:36
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