Quinta-feira, 04 de Setembro De 2008

...

 
 

 

Arvores  caídas

 

 

Nos dentes aguçados, dessa serra

Toda a minha seiva, foi vertida

Acabaste de por fim á minha vida

Deixei de estar viva, sobre a terra

 

O som estridente dos motores

Que alerta quem naquela rua passa

E por muito que se diga e se faça

Ninguém quer ouvir os clamores

 

Sabes! As arvores também choram

Quando há pessoas insensíveis

Que destroem sem dó nem piedade

 

Também há muitos que as adoram

E tentam fazer os impossíveis

Para que não se afastem das cidades

        M-I-P                                        








 

publicado por linhaseletras às 23:59
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Este soneto foi escrito a pensar numa pessoa, que quando o ler deve-se identificar com ele, por isso não vou mencionar o nome
 
 
Viver na solidão
 
Vives na solidão, sempre a lutar
Contra a vida ,que tanto mal te faz
Luta!E vais ver  como  és capaz
Nesta guerra da vida, triunfares
 
As forças já te faltam, mas tens alma
Que te ajuda a lutar, contra a desgraça
E finges não saber, o que se passa
Para assim  teres, a tua  vida mais calma  
 
Tens coragem e um grande coração
Sempre aberto e pronto, para dar Amor
Mas nem sempre, tu és compreendida
 
Eu admiro a tua dedicação
És um ser humano de valor
Mas que és maltratada pela vida
 
   M-I-P                      
 
 
 







publicado por linhaseletras às 01:32
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