Terça-feira, 30 de Setembro De 2008

Falsidade

  
 
Este é o décimo segundo soneto da coroa
 
 
 
 
Falsidade
 
 
 Que como as  borboletas, vai voando
Tão alto que quase, desaparece
Deixa-se de ver, mas não se esquece
Aquilo que a vida, nos foi dando
 
A vida tanto nos dá, como tira
Mas tudo tem de ser, agradecido
Dos erros, também se tira partido
Nem tudo o que não gostas, é mentira
 
A vida não se faz, só de verdade
Era bom demais, se fosse assim
E o mundo seria, o Paraíso
 
No mundo há tanta, falsidade
Ninguém se está  lembrando, que há um fim
E que há-de vir o dia do "Juízo"
 
 
   M-I-P                                              
 
 








publicado por linhaseletras às 01:12
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Domingo, 28 de Setembro De 2008

O tempo voa

 
 
Este é o décimo primeiro soneto da coroa
 
 
 
 
O tempo voa
 
E luta! Eu sei que  tu tens coragem
Para vencer, grandes moinhos, de vento
Para combater, alguns dos contratempos
Que encontres, na tua longa viagem
 
Na estrada onde segues!Tem cuidado
Há espinhos, onde antes eram rosas
Colheram as flores, que eram viçosas
Ficou desolação, em todo o lado
 
Lembras-te! Quando corrias no campo?
Apanhando florinhas, pequeninas?
Vendo borboletas, esvoaçando?
 
Desse tempo, fica o desencanto
E as lembranças do tempo de menina
Que como as borboletas, vai voando
 
 
       M-I-P               
 
 








publicado por linhaseletras às 23:38
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Coragem para vencer

 
 
Este é o décimo soneto da coroa
 
 
 
 
 
Coragem para vencer
 
 
 
Que tu também tens direito, á vida
Direito a teres felicidade
Mas o que acontece, na verdade
É que vives triste, e deprimida
 
 
Não tens alegria, para  viver
Vives prisioneira, do passado
Vai em frente! Põe a tristeza de lado
E afasta de ti, esse sofrer
 
 
Esquece o que a ti, te magoou
Pensa que o  futuro, será melhor
Mete na cabeça, essa imagem
 
 
Sabes! O passado já passou
Vive o presente , e dá  AMOR
E luta! Eu sei que tu tens coragem
 
 
 
 
   M-I-P                       
 
 
 
 








publicado por linhaseletras às 00:54
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Sábado, 27 de Setembro De 2008

Promessas

 
 
Este é o nono soneto da coroa
 
 
 
 
Promessas
 
 
Nunca ninguém dá, o que promete
Não deixes que te levem, em cantigas
Afasta da tua mente, as intrigas
E vê bem o sitio, onde te metes
 
 
Há sítios que parecem, um jardim
Não te iludas! lá dentro, são um horror
Não existe, nem uma simples flor  
E tudo o que encontras, é ruim
 
 
É ruim  o que vês, á tua volta
É feio o que os teus olhos enxergam
Deixando-te tão triste e desiludida
 
 
Não cales dentro de ti a revolta
Aponta os erros, para que vejam
Que tu tambem tens,  direito á vida
 
                M-I-P                       
 
 
 
 








 
publicado por linhaseletras às 00:42
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Quinta-feira, 25 de Setembro De 2008

Libertação

 
Este é o oitavo soneto da coroa
 
 
 
Libertação
 
Terás sem condições, o meu Amor
Sem perguntas, ou recriminações
Podes deixar falar, as emoções
Deita cá para fora, a tua dor
 
 
Liberta a angustia, que magoa
Sufocando, não te deixa respirar
Tu lutas, mas não consegues parar
Mesmo sem quereres, o tempo voa
 
 
Tens de aproveitar, melhor o tempo
O tempo quando vai, não volta mais
Na vida nunca nada, se repete
 
 
Deixa-te levar, pelo momento
Os dias não serão, todos iguais
E nunca ninguém dá, o que promete
 
   M-I-P                                                           
 
 








publicado por linhaseletras às 22:38
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Quarta-feira, 24 de Setembro De 2008

Eu estou "Aqui"

 
Este é o sétimo soneto da coroa, ao meio já eu cheguei
  
 
Estou "Aqui"
 
 
É ir ao teu encontro, sem demora
Ouvir o que tu tens, para me dizer
Saber sempre o que tenho de fazer 
Para te ajudar, a qualquer hora
 
 
Seja noite ou dia, não importa
Sempre que precises, estou aqui
O meu pensamento, está em ti
E tens sempre aberta, a minha porta
 
Não precisas de bater, para entrar
Na porta não existe, fechadura
Entra e desabafa, a tua dor
 
Terás na minha casa, o teu Lar
Sempre que sentires, amargura
Terás sem condições, o meu Amor
 
 
                      M-I-P                                                    







publicado por linhaseletras às 21:39
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Terça-feira, 23 de Setembro De 2008

Amor, É?

 
 Este é o sexto soneto da coroa
 
Amor, É?
 
 
De alguém que te ama, e está perto
Está sempre ao teu lado, se precisas
Por ti até fica , sem camisa
E só faz por ti, o que está certo
 
O certo ´e dar Amor, compreensão
É saber ouvir os problemas
É saber discutir, todos os temas
E ter sempre aberto o coração
 
É dar sem medo , aquele abraço
Sendo tão pequeno, é tão maior
Deixar sair o beijo, sem ter hora
 
É saber recuar, e dar espaço
É dar sem condições, aquele Amor
É ir ao teu encontro sem demora
 
    M-I-P                       







publicado por linhaseletras às 14:03
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Não atires pedras

 
Este é o quinto soneto da coroa
 
 
 
 
Não atires pedras
 
 
E que vai durar eternamente
É o que constróis, devagarinho
Retirando as pedras, do caminho
Para poderes passar, alegremente
 
Há pedra que em rocha, se tornou
E eu nem consigo, nem mexe-la
Olho para ela, mas sem vê-la
Esquecendo que alguém, a atirou
 
Não se atira pedras, sem saber
Em que sitio, é que elas cairão
E se irão cair, do lado certo
 
Onde vão cair fazem sofrer
Se forem direito, ao coração
De alguém que te ama, e está perto
 
 
                   M-I-P                                       
 







publicado por linhaseletras às 00:22
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Segunda-feira, 22 de Setembro De 2008

O Amor é "Eterno"

 
                                                                                                                                     
Este é o quarto soneto da  
 
 
          O Amor é "Eterno"
 
 
 
E mostra o teu Amor, a toda a gente
Sem reservas e nenhuma, condição
Faz tudo o que te dita, o coração
E viverás feliz, eternamente
 
 
O Amor é eterno, enquanto dura
Alguém assim o disse, e é verdade
Para haver total, felicidade
A mente para Amar, tem que ser "Pura
"
 
Amor e Paixão, não são iguais
Mas seguem caminhos, paralelos
Com metas e destinos, bem diferentes
 
 
Se tens que escolher, entre os demais
Escolhe o Amor, que é o mais belo
E que vai durar eternamente
 
                   M-I-P                                                                 
 
 
 
 








publicado por linhaseletras às 00:10
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Sexta-feira, 19 de Setembro De 2008

Ser criança

 Este será o terceiro soneto da minha coroa
 
 
 
                                                                                                                                                             
Ser criança
 
 
 
Terás no teu jardim,a tua esperança
Tens de acreditar, no teu destino
Tens que ser assim, desde menino
Eassim tu serás, sempre criança
 
Ser criança é ter, nas mãos o tempo
E nunca ter medo , do futuro
É saber olhar, para  lá do muro
E ter o mais puro,  dos sentimentos
 
Não tenhas nunca ódio, nem inveja
Não deixes corromper ,teu coarção
Sê sempre  limpo, e transparente
 
Seja o que for, que um dia sejas
Faz tudo na vida, com Paixão
E mostra teu Amor, a toda a gente
 
 
   M-I-P                               
 
 

 

 

 









publicado por linhaseletras às 23:30
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