Domingo, 20 de Abril De 2008

Luar -Sol da meia noite

Acabei de escrever um soneto que vou passar para vós, espero que alguém leia e goste.
                        
Sol da meia noite
                        
Chega a noite, e o Sol desaparece
E a Lua vem, ocupar o seu lugar
Espalhando pela terra, o seu luar
Que sendo frio, as nossas almas aquece
                                
Lua! és mistério, e convidas à Paixão
A tua luz, é suave e feiticeira
E tomas conta dos sentidos, de maneira
Que nos roubas, muitas vezes a razão
                               
Quantas vezes ao luar, nos esquecemos
E prateamos nossas vidas, j à sem cor
E esquecemos, a dura realidade
                         
Porque de dia, a vida que nós vivemos
É tão diferente, cheia de m à goa e dor
Mas essa sim, ser à a nossa verdade
                                    M-I-P
sinto-me: Atrasada
publicado por linhaseletras às 19:19
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Sábado, 19 de Abril De 2008

Tempo para viver

Olá ! Hoje vou publicar umas quadras que fiz há já algum tempo, ainda não tinha descoberto os sonetos o que eu fazia eram 
                 
Tempo de viver
                  
Ó tempo, podes parar!
Para eu poder viver?
Porque o fim pode esperar,
Tenho muito que fazer
                    
Apanhei a vida a meio
E bastante devagar
Por isso tenho receio
Do tempo não me chegar
                  
Tracei na vida projectos
E quero realizá-los
Quero ver crescer meus netos
Tambem poder ajuda-los
                     
Por isso quero viver
O mais tempo que puder
Para conseguir fazer
Aquilo que eu quiser
 
                    M-I-P
sinto-me: Anciosa
publicado por linhaseletras às 22:54
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Sexta-feira, 18 de Abril De 2008

Deprimida

Olá! Acabei de escrever este poema que vou passar para vós, é engraçado! que agora que o escrevi, já não me sinto tão confusa, e já me parece esquisito, mas foi o que estava a sentir no momento
                                        
                Sentir
                                  
Eu sinto, mas o que sinto, é um mistério
Só sinto que não quero, sentir-me assim
Sinto que alguma coisa, está em mim
E sinto, que o que sinto, é muito sério
                        
Será que é só ansiedade? Pode ser
Mas estou cansada, de não ter motivação
Não consigo perceber, a condição
Que a vida me impõe, para eu viver
                          
Passo os dias a pensar, no que vai ser
A minha vida, num futuro que se avizinha
E quando penso, peço ajuda ao nosso Deus
                                  
E assim, vou vivendo, sem saber
Porque razão, eu me sinto tão sozinha
A lutar contra medos, que são meus
                                                     M -I -P
sinto-me: Desmotivada
publicado por linhaseletras às 23:28
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Quinta-feira, 17 de Abril De 2008

Regresso

Olá hoje vou oferecer-vos o último soneto que fiz no Alentejo , então vamos a ver se gostam, porque é um pouco esquisito , mas era o que estava a sentir naquele momento, foi escrito na última noite que lá passei.
 
                     
Chegar estar e partir
                
Eu não consigo entender
Este misto de emoções
Eu tenho tantas Paixões
Que não dá para perceber
                 
Quando chego, é alegria
Se cá estou, sinto saudade
É tamanha a ansiedade
Que chega a ser agonia
                         
Chega a hora de ir embora
E sinto uma dor no peito
Que é difícil   de aguentar
                        
Aquilo que sinto agora
Parece um sonho desfeito
Que já não há volta a dar
 
   M-I-P                                              
sinto-me: Como o tempo
publicado por linhaseletras às 23:31
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Quarta-feira, 16 de Abril De 2008

Sonho e fantasia

                  
Paixão e fantasia
               
Olhando o céu azul, e o Sol quente
Que contrasta, com o frio da minha alma
Só uma leve brisa, é que me acalma
Beijando a minha face, docemente
                     
Fecho os olhos, imagino a tua boca
Beijando a minha, com loucura desmedida
E continuo a sonhar, lembrando a vida
Que já perdi, mas que  procuro como louca
                           
E vou atrás de ti ,ó Sol Poente
Buscando sem cessar, o teu calor
Para aquecer, este pobre coração
                         
Quantas vezes eu pareço, uma demente
Buscando dia e noite, o teu Amor
Para alimentar, a minha doce Paixão
                           
                                                   M-I-P                                    Para quem me visitar
sinto-me: Anciosa
publicado por linhaseletras às 21:54
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Terça-feira, 15 de Abril De 2008

Penúltimo dia no Alentejo

               Hoje é o meu penúltimo dia no Alentejo, e tive uma visita de um passarinho, que me deu inspiração e que resultou nestes versos que vou publicar para vocês, então aqui vai.
                    
Pintassilgo cantor
                    
Um pintassilgo pousou
Na barra do meu jardim
Olhou! e disse-me assim!
Sabes porque eu aqui estou?
                                                                                                           
Eu soube que estavas triste,
Vim  aqui para te alegrar
Eu sei muito bem cantar!
E sei que a alegria existe,                                     Esta flor é do meu jardim
                                                                            Foi o meu genro que tirou     
                                                                    A foto        
O pintassilgo cantou                                                  Bonita, não é?
Eu ouvi com emoção
E foi-se embora a seguir
                 
A alegria voltou
Ao meu pobre coração                                                                          
Voltei de novo a sorrir
                 
   
M-I-P                      
sinto-me: CALMA
publicado por linhaseletras às 12:14
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Segunda-feira, 14 de Abril De 2008

Boas vindas

Olá! Vamos lá  publicar um soneto que fiz ontem
depois de ler o comentário da »Poetaporkedeusker» que me dizia para escrever coisas mais alegres, e eu segui o seu conselho  e saiu isto que vão ler.
                 
 
Boas vindas
            
Canta o melro, na figueira
Que eu tenho no meu Quintal
Cantam as pombas, no pombal
E os galos na capoeira
                 
Foi ter comigo, á cozinha
Um sapinho, jardineiro
Afastou-se do canteiro
E fez-me, uma visitinha
                    
Eu fiquei admirada
Com aquele bichinho, assim
Ao pé da porta a espreitar
                                     
Calei-me, não disse nada
E levei-o para o jardim
Para ele ir trabalhar
 
 
                          
                                                                  M-I-P
publicado por linhaseletras às 19:32
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Domingo, 13 de Abril De 2008

Domingo »assim assim»

               Triste sina

                      

Será que ser triste, é minha sina?

Não consigo prender, a alegria!

Foge-me entre os dedos, escorregadia

E foi sempre assim, desde menina

                                                    

Para mim a alegria, não existe

Eu disfarço, escrevendo Poesia

Engano esta tristeza, com magia

E até esqueço, ás vezes que sou triste

                                           

Mas ao escrever, eu deito cá para fora

Esta agonia, que me mata lentamente

E que maltrata, este pobre coração

                                         

E tudo o que estou sentindo, agora

Ficará no papel, para sempre

Para quem ler, sentir, como eu esta emoção

  M-I -P                     

sinto-me: Assim, assim
publicado por linhaseletras às 17:05
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Sábado, 12 de Abril De 2008

Palavras

Ol à Hoje tive c à as minhas filhas os meus netos e o meu genro, a almoçar comigo, fiquei muito feliz ,mas quando se foram embora fiquei tão triste e senti-me tão sozinha, que a sensação que senti foi que eu estava numa ponta do mundo e eles no outro extremo.
Por isso é que eu não me imagino a viver longe delas.
Cada vez tenho mais saudades dos meus netos pequenos, e da magia desta casa.
Eles crescem. e deixaram de gostar de vir para c à e isto sem eles não tem graça nenhuma.
 
Vamos ao poema do dia que foi escrito ontem, porque hoje acho que não vou conseguir escrever nada.
             
Palavras á deriva
                
Dentro de mim à deriva
As palavras se atropelam
Depois de escritas revelam
Aquilo que eu quero da vida
               
Não quero da vida riquezas
Nem jóias de puro brilho
Apenas seguir meu trilho
E ter algumas certezas
                    
Certeza que vou fazer
Aquilo tudo que eu gosto
Com muito Amor e carinho
 
                        
Certeza que vou saber
Porque ser à que o desgosto
Se atravessa em meu caminho
 
                        
 
                              M-I-P
 
publicado por linhaseletras às 19:07
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Sexta-feira, 11 de Abril De 2008

Terra amiga

    Vamos a mais um soneto escrito no Alentejo
                             
Minha terra
           
 
Minha terra minha amiga
Para mim és um tesouro
Este teu sossego é ouro
Que enriquece a minha vida
                    
Nos meus momentos mais negros
Soubeste-me acarinhar
Deste-me força para lutar
Contra a tristeza e o medo
                 
Tive medo de perder
Para sempre o meu sorriso
E só sentir sofrimento
                
Mas aqui, voltei a ter
A Paz que eu tanto preciso
E venci o desalento
                  
 
                                                        M-I-P
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
sinto-me: Muito calma
publicado por linhaseletras às 23:33
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