Quinta-feira, 24 de Abril De 2008

Dia da Liberdade

   Està a fazer 34 anos que a Liberdade chegou, eu vou publicar aqui o que escrevi nessa altura e o que acabo de escrever  agora ,e não vou escrever mais sobre isso porque o serão, não chegava para dizer tanta coisa, então vamos ao poemas.
 
                     
25 de Abril /74
                  
 
Ó vinte e cinco de Abril
Ó dia da Liberdade
Foi o dia mais feliz
Da história da Humanidade
                 
Que Deus conserve esta Paz
Que existe nos corações
Porque só Ele é capaz
De controlar emoções
                   
Foi o dia mais ditoso
Que Portugal viveu
Saindo vitorioso
Do destino que escolheu
                 
Não hà palavras sequer
Para definir esse dia
Foi bom pode-lo viver
E sentir essa alegria
 
                 
 
  
Agora vou publicar o que fiz hoje, eu acho que não tem nada a ver um com o outro.
 
                                                        
25 de Abril /2008
                            
Passados, estes trinta e quatro anos
Diz-me! Onde mora a Liberdade
Serà Que é na rua da saudade
Ou serà Na praça dos desenganos
                     
´Tantos sonhos, que já foram enterrados
Coisas simples, a que nós temos direito
Que por terem  pecado, por defeito
Se perderam, e não foram encontradas
                        
E todos os que são, da minha idade
E vivemos aquela, Revolução
Não nos esquecemos, nunca mais
                      
Damos muito mais valor, à Liberdade
Recordamos esses dias, de emoção
Sabendo que não voltam nunca mais 
 
                                                                                 M-I-P
sinto-me: Livre
publicado por linhaseletras às 23:48
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Noite fiel companheira

      Olá! Cáestou mais um serão para escrever mais um soneto para vos oferecer espero que gostem, então aqui vai.
                                     
                               Noite
                                 
Noite! És a  minha confidente
Nas longas horas, que passo sem dormir
Só a ti é que me atrevo a pedir
Que me oiças, e que sejas paciente
 
                              
Ó noite! Tu és boa conselheira
Só tu sabes, ouvir os meus lamentos
Só tu conheces bem, meus pensamentos
E por isso te agradeço! Ó companheira
                           
Só á noite, tiro a máscara do rosto
Só á noite eu sou "Eu" e não de dia
Só á noite é que vivo livremente
                         
Porque á noite, faço tudo o que gosto
A escrita ,é a minha companhia
E faz de mim, o que eu sou realmente
 
 
                       M-I-P
                                                                                                                                                                                 
sinto-me:
publicado por linhaseletras às 21:35
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