Quinta-feira, 06 de Dezembro De 2007

Menina mulher

Está-me a apetecer escrever mais ,estes  versos vão mostrar mais um pouco de mim,

 

o que na realidade eu fui e talvez ainda continue a ser.

 

Inocência roubada

 

Não me deixaram viver

Nunca tive adolescência

Fui morta logo ao nascer

Roubaram-me a Inocência

 

Cresci muito de repente

Fui achada e fui perdida

Fui mulher precocemente

Com vida muito sofrida

 

Não devia de sofrer

Alguém  que é tão inocente

É um pecado fazer

Tanto mal impunemente

 

Eu tento esquecer o mal

Que me fizeram passar

Mas o que é certo afinal

A ferida não vai sarar

 

Isto é a minha realidade 

 

Por isso eu sou

 

Escrava de uma vida

 

Eu não sou o que pareço

Nem pareço quem eu sou

Não tenho o que mereço

Nem devo estar onde estou

 

Sou escrava duma vida

Que eu nunca escolhi

Apanharam-me á saida

E fui amarrada a ti

 

Com o tempo fui sabendo

Que a vida é mesmo assim

Contigo fui aprendendo

E esqueci-me de mim

 

Acordei p'ra vida agora

Já um pouco atrasada

Relembro o que fui outrora

E o que fui! Não me agrada

 

                 Agora é que me vou embora     

 

 

 

Amanhã há mais

publicado por linhaseletras às 23:54
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Conversa fiada

Hoje vou falar convosco de tudo e de nada, vou começar por lhes dizer que estou muito feliz

 

por ter chegado até aqui e saber fazer alguma coisa, embora seja pouco ,para mim tem um

 

grande significado e também quero agradecer á Fernanda por me ter ajudado.

 

Já sabem que a minha paixão é escrever, por isso vou tentar publicar todos os dias um poema,

 

Ontem escrevi ,mas não consegui publicar não sei porquê então aqui vai o que escrevi ontem.

 

PAixão pela escrita

 

Escrever é um desabafo                  

E ao mesmo tempo me acalma

Ponho naquilo que faço

Um pedacinho da alma

 

Acreditem podem crer

Tudo faço com paixão

E quando estou a escrever

Não existe solidão                                  

 

Se me amas como dizes

Mas não consegues dizer

Saber que somos felizes

Dá-me forças para escrever

 

Se alguém algum dia ler

Aquilo que eu escrevi

Saberá compreender

E sentir o que eu senti

 

 

Para todos aqueles que lerem isto com muito carinho   Idalina Pata

 

Depois de ter escrito isto falei com a minha neta Joana e ela pediu-me para escrever um

 

poema a falar da neve que caiu aqui nesta zona, pois aqui vão eles

 

 

Cai neve na minha Terra

 

Cai neve em Nova Yorque

Como dizia a canção

Cai no Sul e cai no Norte

E cai no meu coraçao

 

Eu nem queria acreditar

Quando cheguei á janela

Estava mesmo a nevar

Nunca vi coisa tão bela

 

Vila Franca e Sobralinho

Alverca Loures e Malveira

Cai neve pelo caminho

Convidando á brincadeira

 

Em Alhandra tudo é branquinho

E noutras terras também

Meti os pés ao caminho

P'ra ver nevar mais além

 

Estes são oferecidos á minha Joana com um

 

 

 

Até amanhã se Deus quizer

publicado por linhaseletras às 23:07
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