Quinta-feira, 22 de Agosto De 2013

Destroçada

 
 
Destroçada

Minha vida é apenas um "novelo"
Não sei se morri ou se estou viva,
Não encontro a porta de saída,
Tudo isto mais parece um "pesadelo"

Senti-me atirada para o "espaço"
Dando voltas e mais voltas sem cessar,
Fiquei sem cabeça para pensar,
E ando sem saber o que é que faço.

Coloquei nas mãos de Deus o meu destino,
Já pedi e implorei a Sua ajuda,
Sem "Ela "não consigo resistir.

Como tudo o resto é "pequenino"
E o Ser Humano nada muda,
Dá-me a Tua Mão meu Deus para prosseguir

M-I-P
 
publicado por linhaseletras às 14:35
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Quarta-feira, 21 de Agosto De 2013

Vida suspensa

 
 
 

 

Vida suspensa

 

Debaixo dos meus pés se abriu um “fosso”

E eu  fiquei suspensa na “entrada”

Eu olho para baixo e não há nada,

E quero sair dali, mas eu não posso.

 

Eu “Oro” e peço ajuda ao Nosso Deus,

Que me estenda a mão me tire dali,

Eu sozinha já tentei, não consegui,

Por isso eu ergo as mãos e “Brado aos Céus.

 

Só vejo escuridão, procuro a Luz,

Para iluminar o meu caminho,

E para dar alguma cor á minha vida.

 

A Teus pés  eu ajoelho Meu Jesus,

Rezo e imploro o teu Carinho,

E peço Que me mostres a saída.

 

Escrito num momento de desespero

Maria Idalina Pata         

 
publicado por linhaseletras às 23:38
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Domingo, 23 de Junho De 2013

...

 

Que saudade!!!

 


De tanto me lembrar eu fiquei triste,
Queria tanto ter-te aqui ao pé de mim,
Mas o destino e a vida quis assim,
E tão cedo Tu desta vida sais-te.

Deixas-te um caminho outro seguis-te,
Eu não sei onde Estás mas tenho Esperança,
Por isso Tu não me sais da Lembrança,
Mas sei que há muito tempo não existes.

Esta dor que me sufoca e faz doer,
Não desaparece nem se esfuma,
E vai-me acompanhando cá na Terra.

Eu quero ser Feliz, eu quero viver,
Viver a minha vida e mais nenhuma,
E sei que Tu estás á minha espera.

Maria Idalina Pata
publicado por linhaseletras às 02:04
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Quarta-feira, 03 de Abril De 2013

Zumbidos

 

 

Esta tarde apeteceu-me brincar um pouco com uns "barulhinhos" que tenho dentro da minha cabeça e que são "incomodativos" eu tento não lhe dar importância e hoje para "os provocar " escrevi isto que aqui deixo como brincadeira.

"Zumbidos"

Há tantos "grilos"cantando
No meu cérebro já cansado
Parece que andam dançando
Um estranho e louco "bailado

Não acho nada "animado"
Este "Zum-Zum" infernal
Que me deixa "transtornado"
O meu "sistema mental"

Pode até não ser "fatal"
Mas incomoda bastante
Que eu pensei se afinal
Eu tenho um cérebro"cantante"

É uma tamanha "algazarra"
Que não dá para desligar
É tal qual uma "cigarra"
Que passa a vida a cantar

Maria Idalina Pata
03-04-2013
publicado por linhaseletras às 21:28
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Sábado, 23 de Fevereiro De 2013

Como o tempo passa

 
 
 
 
Como o tempo passa
 
Parece que foi ontem que nasceste,
Que chegaste a este mundo conturbado,
O tempo que passou já é passado,
E sem eu me dar conta tu cresceste.
 
São quarenta e sete anos que viveste,
Enfrentando coisas boas, coisas más,
Mas de todas tu foste sempre capaz,
De dar luta e foi assim que venceste.
 
Hoje és uma mulher madura,
E assim vais seguindo o teu caminho,
Com alguma incerteza e alguma dor.
 
Há em ti uma vontade que perdura,
E lutas para teres sempre o carinho,
E de teres á tua volta muito Amor
 
Escrito por: Maria Idalina Pata no dia do aniversário da sua filha Arminda Manuela
publicado por linhaseletras às 00:03
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Domingo, 17 de Fevereiro De 2013

Pensamentos

 
Pensamentos
 

Onde está o encanto dos momentos.
Que vivi no meu “Castelo encantado”
Foram bons mas são parte do passado.
Agora só me sobram pensamentos.
 
Foram lindos mas agora estão guardados,
Num “Baú” cheio de recordações,
Onde guardo tantas, tantas emoções,
Que humedecem os meus olhos já cansados.
 
Eu olho mas não vejo a mesma cor,
Não sinto a mesma Paz que eu sentia,
Quando me sentava olhando o Céu.

Às vezes o que sinto é mesmo dor,
Lembrando a ausência da “Magia”
Que reinava quando estavas “Tu e Eu
 
 M. I. Pata
 
publicado por linhaseletras às 21:00
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Monentos de Solidão

 

 

Momentos de Solidão


Sinto este nó na garganta,

E tenho esta dor no peito,

Desta saudade que é tanta,

Que não tem forma nem jeito.


É no silêncio e sozinha,

Que eu procuro compreender,

Esta dor que é só minha,

E não me deixa viver


Não sei que nome lhe dou,

A esta estranha sensação,

Não estou bem onde estou,

E vivo nesta aflição


Estou a ficar sem motivo,

Não sei que rumo seguir

Só me sinto bem contigo

Sem ti não sei para onde ir


M. I. P

 

publicado por linhaseletras às 20:53
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Sábado, 26 de Janeiro De 2013

Angustia

 
 
 
Angustia
 
Noite longas sem luz, na escuridão,
As que  eu passo pensando no futuro,
No silêncio  do meu quarto então murmuro,
O que posso fazer por ti meu coração.
 
Não consigo viver nesta ilusão,
Quero arrancar de ti o sofrimento,
Que te faz  andar  num desalento,
Não suportando mais esta pressão.
 
Luto para sair deste "vazio"
Em que o meu pensamento anda disperso,
Sem saber o que fazer e para onde ir.
 
No fundo dos meus olhos nasce um "Rio"
Que lava cada frase dos meus versos,
E me diz que de novo irei  sorrir
 
M.I.P
publicado por linhaseletras às 00:26
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Domingo, 13 de Janeiro De 2013

Um novo Amanhecer

 
Um novo Amanhecer
 
Estou triste porque vejo em teu olhar,
A sombra de uma mágoa "impiedosa"
O mundo que parecia "cor-de-rosa"
Passou a ser cinzento e a "nublar"
 
Mas esta "tempestade"vai passar,
E ao amanhecer vem a "Bonança"
Chega  acompanhada com a Esperança,
Que o Sol novamente há-de brilhar.
 
Por entre as nuvens chega o brilho,
Que faz renascer um novo dia,
E faz nascer em nós uma nova Esperança
 
É luz que ilumina um novo trilho,
Para ser seguido em Harmonia
E só com coisas boas na lembrança
 
M-I-P
 
publicado por linhaseletras às 01:14
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Sexta-feira, 14 de Dezembro De 2012

Saudade doi

Saudade dói

 

Porque é que a distância é tanta,

Porque é que a saudade dói,

Quando esta dor se agiganta,

E por dentro nos corrói.

 

Quando fico sem te ver,

Fica-me um nó na garganta,

E passo a vida a dizer,

Porque é que a distância é tanta.

 

Lá longe no Alentejo,

O teu futuro constróis,

De te ver sinto desejo,

Porque é que a saudade dói.

 

Talvez seja da idade,

A mim já nada me espanta,

Mas perco toda a vontade,

Quando esta dor se agiganta.

 

Se damos tanto valor,

Ao que nos consome e "mói"

Porque  abafamos a dor,

Que por dentro nos corrói.

 

Escrito  num momento de saudade da minha "Princesa"

 

M-I-P

 

 

 

publicado por linhaseletras às 22:38
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